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O hormônio testosterona pode prejudicar a sua vida sexual. Confira o que fazer em casos extremos!
Efeitos da testosterona? Veja neste artigo se pode causar impotência. Sistema reprodutivo, sexualidade, massa muscular, níveis de gordura, densidade óssea, saúde mental… são vários os efeitos da testosterona sobre o corpo humano, em especial nos homens. Não é à toa que alterações nesse hormônio podem impactar toda a sua vida!
Níveis em alta podem causar efeitos indesejados, como crescimento das mamas (ginecomastia), alterações de humor, aumento de pelos, entre outros.
Os baixos níveis de testosterona, chamado de hipogonadismo, são ainda mais preocupantes para a maioria dos homens, pois eles podem afetar negativamente no desempenho sexual.
O que acontece se o homem tiver testosterona baixa?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a testosterona baixa afeta de leve ou moderadamente cerca de 25% dos homens. Quando isso ocorre, quer dizer que há um mau funcionamento dos testículos (gônadas), que resulta em dificuldade de produzir o hormônio masculino.
O déficit é mais comum no público com mais de 30 anos. Homens obesos, com infecção pelo HIV, doenças debilitantes ou que fazem uso de cortisona também têm maior risco de baixas taxas.
Veja também: Como funciona a ereção masculina
Os efeitos da testosterona diminuída podem ser difíceis de reconhecer, pois tendem a ser inespecíficos em muitos casos e demoram para ser notados. De modo geral, a queda na produção de testosterona provoca:
- Perda de massa óssea e aumento do risco de fraturas;
- Diminuição de massa muscular e perda de força;
- Aumento do tecido adiposo (gordura);
- Redução da libido;
- Redução da fertilidade;
- Fadiga;
- Resistência à insulina e diabetes;
- Depressão;
- Comprometimento das funções cognitivas, como atenção e memória.
O que fazer quando o nível de testosterona está baixo?
Como os sinais da deficiência de testosterona são complexos, o ideal é que você esteja sempre em dia com as suas consultas médicas e exames.
Em caso de desconfiança ou se a sua rotina médica não estiver em dia, você deve se dirigir a um médico. Clínico geral, endocrinologista e urologista podem ajudar a identificar os efeitos da testosterona baixa.
Para isso, você precisará realizar um exame de testosterona, que é feito a partir de uma coleta de sangue em laboratório. Com ela, é possível descobrir se há níveis anormais desse hormônio.
O tratamento consiste, na maioria dos casos, na reposição de testosterona, que pode durar a vida toda. A medicação pode ser via injetável, gel ou adesivo.
Antes de fazer uso do medicamento, é preciso eliminar a chance de câncer de próstata, pois ele pode interferir em caso de doença pré-existente. O tratamento também pode agravar a apneia do sono.
Além de olhar para a causa, o médico vai cuidar dos sintomas da queda da testosterona, personalizando o tratamento para cada sintoma apresentado pelo paciente.
O que leva um homem a ter disfunção erétil?
Entre as causas da disfunção erétil, estão doenças cardiovasculares, alterações neurológicas, Doença de Peyronie, questões psicológicas e também distúrbios hormonais.
Como os hormônios podem gerar problemas de ereção, e a testosterona é o principal hormônio masculino, no caso da queda desse hormônio nos homens, eles podem apresentar um quadro de disfunção erétil.
Qual a relação entre disfunção erétil e baixa testosterona?
A ação da testosterona é responsável pelo controle de alguns mecanismos na hora H, como o desejo sexual (erotização) e a ereção. Logo, existe uma relação direta entre casos de baixa testosterona e disfunção erétil.
Além disso, a falta do hormônio prejudica as ereções involuntárias e noturnas, que são fundamentais para oxigenar o tecido erétil. Quanto mais oxigenado o pênis, mais rígida é a ereção.

Como tratar a disfunção erétil?
A boa notícia é que a disfunção erétil causada pela testosterona tem tratamento. Em certas situações, a reposição hormonal será suficiente para retomar ereções de boa qualidade – aquelas que são rígidas o suficiente para penetrar e duram por todo o ato sexual.
Casos mais graves de disfunção erétil vão precisar de outros tipos de tratamento – e existem três linhas consolidadas para tal.
A primeira linha de tratamento é oral. Com ela, o homem vai ingerir um medicamento como Sildenafila e Tadalafila alguns minutos antes da relação sexual. O ideal é que ele esteja de estômago vazio para que o efeito seja mais rápido.
Caso o tratamento não seja suficiente para garantir a função penetrativa, é possível aplicar injeções diretamente nos corpos cavernosos, que vão agir em pouco tempo. Porém, é preciso seguir alguns cuidados para a aplicação.
A terceira opção é o tratamento cirúrgico para a disfunção erétil, que consiste na colocação de uma prótese peniana e correção de deformidades, se houver.
A melhor forma de evitar a disfunção erétil é estar em dia com a sua saúde sexual, conferindo, inclusive, os efeitos da testosterona periodicamente com o seu médico. Portanto, não deixe de tirar as suas dúvidas conosco!




