A substituição da prótese peniana pode ser motivada pela falta de adaptação do paciente, falha no dispositivo e problemas no pós-operatório.
A prótese peniana é indicada em casos severos da Doença de Peyronie e disfunção erétil que não respondem ao tratamento medicamentoso. Os resultados podem ser satisfatórios em muitos casos, mas há situações em que pode ser necessária revisão ou troca do dispositivo. Saiba mais!
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Em quais situações a troca de prótese peniana é indicada?
A troca da prótese peniana pode ser necessária nas seguintes situações:
- Diminuição ou afinamento do órgão sexual;
- Rompimento ou flacidez da glande;
- Falta de rigidez vertical para a penetração;
- Correção parcial da Doença de Peyronie;
- Uso de técnicas cirúrgicas tradicionais;
- Dores no pênis;
- Cicatrizes ou deformidades no pênis;
- Pós-operatório sem acompanhamento adequado;
- Perda de sensibilidade;
- Dificuldade de adaptação.
Algumas da razões listadas são resultado da falta de experiência do cirugião em prótese peniana.
É fundamental que haja avaliação detalhada da anatomia peniana e planejamento cirúrgico individualizado.
Caso seja identificada alguma alteração anatômica, será necessário realizar previamente a reconstrução do membro e somente depois implantar a prótese.
Sem esse cuidado, o tamanho da prótese pode não ser compatível, aumentando o risco de complicações da prótese peniana, como rompimento ou flacidez da glande, o que compromete o prazer sexual.
A escolha do tipo de prótese deve considerar anatomia, expectativas, comorbidades, destreza manual e preferências, após avaliação
Um artigo sobre falhas em implantes infláveis aponta que a taxa de substituição desse modelo varia entre 1,9% e 7,3% dos casos, sendo o principal motivo o desgaste mecânico da prótese, o que pode provocar ruptura dos cilindros e vazamento de fluído.
É possível trocar qualquer tipo de prótese peniana?
A troca da prótese peniana inflável ou maleável pode ser motivada por falha mecânica, mau posicionamento do implante ou tratamento de dor pós-operatória.
Prótese maleável × inflável
A prótese peniana pode auxiliar na rigidez em casos selecionados de disfunção erétil grave e/ou Peyronie, após avaliação médica.
Existem dois tipos de prótese: a inflável e a maleável e ambas possuem características distintas, vantagens e desvantagens.
A prítese inflável tem cilindros infláveis, bomba e reservatório de soro fisiológico. Para ter uma ereção, é preciso acionar a bomba para encher os cilindros.
As características desse modelo são o controle sobre a ereção e a aparência mais natural.
Dentre as desvantagens, destacamos a complexidade da cirurgia, risco de falha da prótese peniana e o custo elevado.
A prótese maleável (ou semirrígida) é composta por hastes flexíveis de silicone que podem ser dobradas para baixo quando o pênis não está rígido. Para ficar ereto, basta posicionar as hastes manualmente.
A durabilidade da prótese peniana maleável, facilidade de uso e menor custo são os principais benefícios.
Já as desvantagens são o constrangimento e desconforto em atividades cotidianas pelo fato do pênis estar constantemente semirrígida.
A troca de prótese peniana é mais complexa que a cirurgia inicial?
A troca de prótese peniana pode apresentar mais complicações em relação ao primeiro implante.
Um artigo sobre revisão cirúrgica de prótese peniana explica que o risco maior de infecção está associado ao posicionamento da prótese após extrusão, ou seja, quando sai da posição correta.
A experiência do cirurgião pode estar associada a menores taxas de complicações nas cirurgias de prótese peniana, mas os riscos variam conforme o caso.
Já um artigo publicado no The Journal of Sexual Medicine afirma que a experiência do cirurgião em prótese peniana reduz a necessidade de reoperação.
Essa experiência permite uma análise mais rigorosa da anatomia do paciente, identificação de riscos e escolher a prótese mais adequada.
Além do mais, a prática nesse tipo de procedimento faz o médico escolher técnicas mais modernas para adotar estratégias que buscam reduzir sangramento e risco de infecção, conforme avaliação clínica.
O Dr. Paulo Egydio, por exemplo, aplica a Técnica Egydio – desenvolvida por ele – no implante de prótese peniana, caso o especialista julgue necessário.
Essa metodologia consiste em alongar ao máximo o lado curto empregando cálculos geométricos que permitem realizar incisões somente no local necessário.
Em casos selecionados, técnicas de reconstrução e correção podem contribuir para melhor adequação do implante e alinhamento anatômico, conforme indicação médica.
Quais são os riscos e cuidados na reoperação?
Estudos mostram que as complicações não estão relacionadas somente ao fato de ser uma reoperação.
Uma pesquisa publicada na Revista Árabe de Urologia aponta que a infecção é um dos principais fatores de risco da troca de prótese peniana.
Dr. Paulo Egydio é especialista em prótese peniana
A cirurgia deve ser indicada e realizada por urologista com experiência em prótese peniana, buscando reduzir riscos e alinhar expectativas.
O Dr. Paulo Egydio é urologista com 26 anos de experiência em cirurgias de prótese peniana, tendo realizado mais de 6 mil procedimentos com altas taxas de sucesso.
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