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Embora seja um tratamento seguro e consolidado, há riscos da cirurgia de prótese peniana, como infecção, extrusão, mau posicionamento e outros. Saiba o que é possível fazer para minimizá-los.
Existem muitos cuidados, avanços nas técnicas cirúrgicas e no design das próteses que permitem reduzir as chances de problemas durante ou após a cirurgia. Conheça mais sobre eles a seguir!
O que é a cirurgia de prótese peniana e qual sua finalidade?
A cirurgia de prótese peniana é um procedimento que oferece complemento de firmeza vertical e restaura a capacidade de ereção de pacientes com disfunção erétil a partir da colocação de um implante.
Esse procedimento é indicado para homens que já tentaram outros tratamentos, como medicamentos e injeções, e não conseguiram uma boa ereção. Ou seja, é para casos severos de disfunção erétil, que geralmente estão associados a diabetes, doenças cardiovasculares, curvatura peniana ou intervenções cirúrgicas na região pélvica.
Ao implantar a prótese, o homem terá uma ereção funcional, pelo tempo que desejar, para relações sexuais satisfatórias.
Como é realizada a cirurgia de prótese peniana?
Na cirurgia de implante peniano, o cirurgião faz a colocação dos cilindros que compõem a prótese no interior do pênis.
Para isso, é realizada, preferencialmente, uma incisão subcoronal. Essa via de acesso oferece uma boa exposição das estruturas penianas, ao mesmo tempo em que minimiza o contato com o ambiente externo e previne infecções, além de evitar tocar nos nervos, o que poderia causar perda de sensibilidade local.
A prótese é inserida nos corpos cavernosos do pênis. A preservação desse tecido esponjoso que se enche de sangue na hora da ereção é muito importante para que o homem tenha um preenchimento residual na hora da erotização.
Se o paciente tiver fibroses penianas, antes da colocação da prótese são realizados pequenos cortes para expandir os tecidos e reconstruir o pênis, tratando ao máximo a curvatura, afinamento e perda de tamanho.
Tipos de próteses: maleáveis e infláveis
Existem dois principais tipos de prótese peniana. Elas se adaptam às necessidades de cada paciente e possuem prós e contras, sendo necessários analisar muito bem com auxílio do cirurgião antes de fazer a escolha.
Próteses maleáveis
O modelo de prótese maleável consiste em hastes flexíveis revestidas por silicone, que podem ser ajustadas manualmente. Dessa forma, o homem pode colocá-las na posição que quiser.
A prótese maleável mantém o pênis alongado, sem flacidez. Assim, para que o órgão fique mais discreto sob a roupa, é recomendado usar uma cueca mais justa.
Próteses infláveis
A prótese inflável contêm um reservatório e uma bombinha, que ficam alocados abaixo do abdômen e no escroto, respectivamente, que permitem controlar a ereção.
O modelo sempre deve ser ativado na hora H. Ao ser pressurizado, o dispositivo infla, provocando a rigidez peniana. Ao ser desativado, o pênis fica flácido.
Por se tratar de um mecanismo hidráulico, há uma certa fragilidade, com risco de falhas e vazamento. Apesar de proporcionar um resultado mais natural, essa prótese pode exigir manutenção com mais frequência.
Para quem é indicada a prótese peniana?
A prótese é indicada para pacientes que precisam de rigidez axial, que é necessária para a penetração na hora H e para evitar dobras e escapes durante o movimento.
Homens que têm dificuldade ou não conseguem penetrar e que já experimentaram tratamentos como Sildenafila, Tadalafila e até mesmo injeções penianas, sem sucesso, podem ser candidatos ao implante peniano, pois isso indica um comprometimento considerável na função erétil.
Quais são os riscos da cirurgia de prótese peniana?
Entenda quais são os riscos da cirurgia de prótese peniana, seus detalhes e o que é possível fazer para evitar.
1) Infecção
A infecção de prótese peniana ocorre com raridade quando todos os cuidados antes, durante e após o procedimento, como controle de diabetes, raspagem dos pelos, medicamentos antifúngicos e antibióticos, lavagem da região, além do uso de uma solução antibiótica na prótese peniana.
A cirurgia é feita, ainda, com a técnica no-touch. Essa técnica prevê a redução da necessidade de toques na pele, evitando transferir micro-organismos nocivos para a região que está sendo operada.
2) Glande murcha ou queda da glande
A prótese pode não sustentar adequadamente a glande, resultando em uma estético desfavorável.
Para que isso não ocorra, é preciso dimensionar muito bem o tamanho da prótese. Ela deve ter um diâmetro adequada para encaixar na glande e é preciso, ainda, que a prótese vá da base do pênis e chegue até o final do corpo cavernoso.
Pacientes que têm estreitamento na ponta do pênis, por exemplo, vão precisar de uma reconstrução nesse local para ganhar espaço.
3) Sangramento ou hematomas
Complicações comuns no pós-operatório imediato, sangramentos podem ser evitados ao avaliar os exames pré-operatórios e ao fazer uso de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas.
Outra estratégia é referente ao curativo, que deve estar bem fixado para evitar o sangramento e hematomas posteriores.
4) Extrusão da prótese
Extrusão é quando o cilindro da prótese ultrapassa a túnica albugínea (camada que envolve os corpos cavernosos) em direção à glande, muitas vezes perceptível pelo próprio paciente.
Para que não haja essa perfuração, é fundamental avaliar o estado da túnica albugínea. Se ela for muito fina, é possível passar fios de reforço no cilindro na estrutura do pênis (uma técnica chamada ancoragem), evitando esse deslocamento.
5) Posicionamento inadequado da prótese
Um implante mal ajustado pode causar desconforto e dificuldades na relação sexual. Isso é comum de acontecer quando o homem apresenta uma curvatura peniana que não foi tratada antes da colocação do implante. Logo, é preciso fazer a reconstrução peniana até o limite do nervos, alinhando o pênis e recuperando tamanho e calibre.
Apenas após a reconstrução peniana o cirurgião poderá dimensionar a prótese. Ao se adequar ao pênis já reconstruído, é possível colocar o implante com o maior tamanho e calibre.
6) Rejeição de prótese
As próteses são compostas de silicone, um material aprovado para uso médico pelos órgãos competentes e biocompatível, o que oferece mais segurança. Por isso, a rejeição do material pelo organismo é muito rara.
7) Necessidade de revisão cirúrgica
Alguns pacientes podem necessitar de uma nova cirurgia para ajustes ou substituição da prótese.
Para minimizar esse risco da cirurgia de prótese peniana maleável, é recomendado usar dispositivos que não possuam hastes de prata, que são mais frágeis, optando pelas ligas de nitinol. Outros materiais ainda mais resistentes estão sendo desenvolvidos e em breve chegarão aos pacientes.
O implante maleável é mais vulnerável. É preciso ficar atento ao vazamento do reservatório de soro fisiológico, ao estado das tubulações, a travas na bombinha e a aneurismas no cilindro. Às vezes, o problema pode ser resolvido no consultório, mas pode exigir uma nova cirurgia para a troca do dispositivo. Estudos indicam que cerca de 10% dos pacientes podem precisar de uma revisão dentro de 10 a 15 anos devido à durabilidade da prótese peniana.
8) Falta de rigidez adequada
Para que a prótese forneça a rigidez adequada, é preciso avaliar o pênis antes da cirurgia.
Se forem identificados pontos de afinamentos, é necessário reconstruir o pênis. Dessa forma, o cirurgião poderá implantar uma prótese mais calibrosa, que dê mais firmeza àquele pênis.
No caso do implante maleável, é preciso ficar atento ao tipo de material da haste. Como as de prata são mais vulneráveis, elas podem se partir com o passar do tempo, fazendo com que o pênis perca a firmeza. O ideal é usar ligas mais resistentes, como as de nitinol.
Já os modelos infláveis precisam ser testados ainda durante a cirurgia. A prótese entra murcha dentro do pênis e é preciso garantir que ele se encha completamente. Se houver alguma restrição, ele não vai inflar completamente e consequentemente, não vai oferecer uma boa rigidez.
Além disso, é preciso evitar o uso de extensores. Eles são mais frágeis do que a prótese em si, e não favorecem a rigidez. Ao invés de usá-los, é preciso dimensionar a prótese adequadamente, disponibilizando vários tamanhos e calibres na hora da cirurgia para que seja possível escolher os melhores para cada paciente.
9) Cicatrização excessiva
A cicatrização de implante peniano depende de um fechamento adequado dos tecidos na hora da cirurgia e, posteriormente, sessões de fisioterapia peniana, indicadas principalmente para os homens que colocaram a prótese peniana inflável.
O modelo inflável, nos primeiros dias, precisa ficar semi-inflada para que não haja regeneração excessiva dos tecidos, o que pode causar retração.
Vale lembrar que os pontos são absorvíveis e que não são utilizados enxertos, o que favorece a cicatrização e deixa o local esteticamente satisfatório.
10) Riscos anestésicos
A anestesia utilizada é apenas para sedar o paciente – não é anestesia geral. A base do pênis também recebe uma anestesia local, para que o paciente não sinta dores.
Como qualquer intervenção cirúrgica, há possibilidade de reações adversas à anestesia, como reações alérgicas, mas isso pode ser identificado com uma avaliação pré-operatória detalhada.
Afinal, a cirurgia de prótese peniana é segura?
A cirurgia de prótese peniana com a Técnica Egydio é utilizada há mais de 25 anos para o tratamento de disfunção erétil e Doença de Peyronie. Até hoje, foram identificados poucos efeitos colaterais da cirurgia, que é considerada segura e eficaz para os pacientes que receberam indicação.
A personalização para cada paciente, a experiência do cirurgião, o desenvolvimento de novos materiais e as técnicas adotadas garantem uma recuperação da cirurgia peniana tranquila e rápida. Em torno de 60 dias, já é possível retomar todas as atividades, inclusive a prática sexual.
É importante ter em mente que a escolha do tipo de prótese adequada ao perfil do paciente e os cuidados pós-operatórios são essenciais para a satisfação com procedimento.
Dr. Paulo Egydio: referência em cirurgia para colocação de prótese peniana
O Dr. Paulo Egydio reúne 25 anos de experiência e estudos no Brasil e no exterior na colocação de próteses. Mais de 6 mil pacientes já foram operados pelo urologista, com alto índice de satisfação, pois esses homens puderam retomar a sua vida sexual.
Com atendimento individualizado e humano, o Dr. Paulo Egydio pode oferecer segurança e eficácia ao procedimento, e acompanhar de perto a recuperação para assegurar o paciente fique com a saúde sexual em dia. Entre em contato e seja cuidado pelo médico.



