Por que o pênis amolece no meio da relação? Entenda causas e tratamentos indicados

Fundo cinza, casal branco sentado com expressões chateadas olhando em direções opostas seminus representando porque amolece no meio da relação

Por que o pênis amolece no meio da relação? Entenda causas e tratamentos indicados

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O pênis pode amolecer no meio da relação devido a fatores físicos, como problemas vasculares, e fatores psicológicos, como ansiedade e estresse. Hábitos de vida, uso de medicamentos e o consumo de drogas ilícitas também influenciam a capacidade erétil. Entenda!

O pênis pode ficar mole na hora H em dois momentos: ou ele não enrijeceu, ou até chegou a ficar ereto, mas não manteve a rigidez durante toda a relação.

Quando isso acontece, é comum dizer que o homem “brochou”, e é importante esclarecer desde já que, em qualquer fase da vida, isso pode acontecer e não deve ser motivo de constrangimento.

O problema está quando o membro não sobe ou amolece no meio da relação sexual com mais frequência do que o homem gostaria, mesmo quando há tesão, prejudicando a qualidade de vida sexual.

Dê o play e continue a leitura para entender porque isso acontece e o que dá para fazer para reverter essa situação.

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O que leva o homem a falhar na hora H? Entenda porque o pênis fica mole durante o sexo

Existem fatores físicos e psicológicos que levam o homem a não conseguir ter ou manter a ereção na hora H. Eles são mais frequentes com o avançar da idade, devido, principalmente, à deterioração da saúde vascular. Alguns dos fatores atrelados a possível impotência sexual são:

1. Disfunção vascular

O mecanismo vascular sofre com o envelhecimento natural do organismo, principalmente após os 60 anos. Quando não há um fluxo adequado de sangue para pressurizar o cilindro peniano, ou quando há a chamada fuga venosa, não é possível manter o pênis ereto.

2. Ansiedade e estresse

O estresse e a ansiedade aumentam os níveis de cortisol e adrenalina, restringindo o fluxo sanguíneo para o pênis. A restrição é agravada quando o homem já possui uma disfunção vascular. Além disso, o medo de falhar ou o medo de ejacular muito rápido podem influenciar o psicológico do homem, gerando a ansiedade de desempenho e a consequente perda de ereção

3. Estilo de vida

Fatores como sedentarismo, dieta inadequada, consumo excessivo de álcool, tabagismo e falta de sono, além de doenças crônicas como diabetes e pressão alta, tendem a prejudicar a saúde cardiovascular. A redução da circulação sanguínea e possíveis danos aos vasos sanguíneos dificultam a ereção.

4. Medicamentos

Algumas medicações são capazes de alterar a função vascular, o que contribui para a redução da circulação no interior do cilindro peniano. Além disso, medicamentos como antidepressivos podem interferir na regulação hormonal e consequentemente na libido, retardando o orgasmo e jogando contra a capacidade erétil.

5. Drogas ilícitas

Ao fumar, inalar ou cheirar determinadas drogas ilícitas, o usuário prejudica a capacidade do sistema nervoso de regular ereções, interferindo na função sexual. Piso branco quadriculado, homem em pé, foco nos pés com meias e tênis branco e as mãos dando um laço no tênis representando um exercício para evitar a disfunção erétil

Como não “brochar”?

Primeiro, entenda que perder a ereção durante a relação é normal. Seguindo as dicas abaixo, você pode reduzir as chances de perder a ereção, especialmente para homens com disfunção erétil.

1. Invista em exercícios e tratamentos para controlar a ansiedade

A ansiedade de desempenho pode prejudicar a ereção tanto de homens que têm disfunção erétil orgânica quanto disfunção erétil psicológica. Quanto mais o homem pensa na possibilidade de falha, mais tenso e ansioso ele fica na hora H. Para espairecer, o ideal é concentrar-se em outras atividades, como atividades físicas, meditação ou outras práticas que ajudam a aliviar a ansiedade. Casos mais graves podem ser tratados clinicamente, com terapia ou medicamentos.

2. Tome comprimidos para ereção corretamente

Homens diagnosticados com disfunção erétil e atualmente em tratamento com medicamentos orais precisam se atentar às recomendações do médico para obter o efeito desejado. A Sildenafila, por exemplo, precisa ser ingerida em jejum, minutos antes da relação para uma melhor absorção. Já a Tadalafila varia, podendo até ser tomada continuamente, dependendo da prescrição.

3. Pratique exercícios que melhoram a circulação

Os exercícios físicos são fundamentais para uma boa circulação sanguínea. Caminhada, musculação e natação são opções adequadas para todas as idades. Além disso, é possível praticar exercícios penianos, desde que receitados pelo urologista. Eles são feitos com bomba a vácuo e com movimentos de fisioterapia peniana, pelo próprio paciente, em casa.

Tratamentos médicos recomendados

Sempre existe um tratamento para casos em que há perda de ereção na penetração ou durante a relação sexual. Os tratamentos disponíveis são indicados para casos leves, moderados ou graves de disfunção erétil, com potencial para melhorar a qualidade de vida sexual. Conheça:

1. Medicamentos orais

Os medicamentos orais como a Sildenafila e a Tadalafila representam a primeira linha de tratamento para a condição. O tratamento farmacológico intensifica o fluxo sanguíneo para a região peniana, provocando a ereção.

2. Injeção peniana

A injeção peniana, geralmente a base de Alprostadil, é aplicada diretamente na base do pênis pelo homem, levando a uma ereção na mesma hora. A autoinjeção é uma alternativa ao tratamento medicamentoso.

3. Implante de prótese peniana

A cirurgia para implante de prótese peniana, seja maleável ou inflável, é a terceira linha de tratamento possível, recomendada para casos graves, com comprometimento vascular ou fibroses significativas. O homem pode manipular ou inflar a prótese para que o pênis fique ereto, por quanto tempo desejar.

Qual é o melhor tratamento para evitar que o homem “broche”?

O tratamento mais adequado, que pode ajudar a evitar a temida ‘brochada’, deve ser indicado por um urologista, após uma conversa franca com o paciente e uma análise do caso a partir de exames clínicos e de imagem.

Por isso, é muito importante ter atenção aos sinais de impotência sexual. Se a dificuldade para ter ou manter uma ereção está cada vez mais frequente e relacionada a outros sintomas, como ejaculação precoce, baixa libido e ereções cada vez mais fracas, busque ajuda.

Conte com o Dr. Paulo Egydio para ajudar você a encontrar as respostas que precisa e recupere a sua vida sexual. Entre em contato conosco e fale conosco para descobrir como podemos ajudar a melhorar sua confiança.

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Médico urologista Dr. Paulo Egydio

PhD especializado pela USP, CRM 67482-SP, RQE 19514, Autor dos Princípios Geométricos (conhecido como “Técnica de Egydio”), além de outros artigos e livros científicos na área. Professor convidado para ministrar aulas e cirurgias ao vivo, em congressos no Brasil e Exterior.

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