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A reconstrução peniana sem enxerto é uma alternativa que evita o chamado efeito ‘colcha de retalhos’, que pode comprometer o resultado final.
A cirurgia de enxerto peniano é uma técnica menos utilizada atualmente, devido às limitações funcionais e estéticas observadas em alguns casos relatados.
O enxerto é um tecido retirado de outras partes do corpo do paciente, ou então, de matérias-primas suínas ou bovinas.
A técnica exige o uso de tecidos de diferentes tamanhos e espessuras, o que causa “efeito colcha de retalhos” e o “efeito lombada”, problemas palpáveis e visíveis.
As complicações do enxerto peniano não param por aí e comprometem o resultado estético e funcional da reconstrução peniana. Entenda.
O que é o enxerto peniano?
O enxerto peniano é um transplante de tecido usado na reconstrução realizada no tratamento da Doença de Peyronie.
Existem dois tipos de enxerto peniano: um deles é feito com a pele do próprio paciente, e outro utiliza tecidos de origem animal, como a submucosa de porco ou o pericárdio bovino.
Independentemente da alternativa adotada, o cirurgião aplica o enxerto no lado acometido pela curvatura. Com essa inserção, espera-se recuperar o alinhamento e o tamanho do pênis.
A cirurgia de enxerto peniano é eficaz?
A eficácia da cirurgia de enxerto peniano é limitada, e sua indicação tem sido progressivamente reduzida na prática clínica contemporânea.
Antigamente, se o homem precisasse de uma prótese, as técnicas existentes para colocação e reconstrução costumavam deixar danos significativos.
A utilização de enxertos para reparar esses danos demandava precisão cirúrgica, visando prevenir sangramentos e deformidades cutâneas provocadas pela prótese.
Porém, com o tempo, os médicos chegaram à conclusão que, se o dano fosse pequeno, o enxerto era desnecessário. Isso porque o corpo iria se regenerar sozinho e a túnica albugínea ficaria mais forte para segurar a prótese, evitando problemas.
Além do mais, evitam-se as infecções e outras complicações que detalharemos a seguir.
Riscos da cirurgia com enxerto peniano
Conheça as possíveis complicações do enxerto peniano:
Longas linhas de sutura
O enxerto precisa de muitas linhas de sutura que podem ser sentidas permanentemente, mesmo após a total cicatrização.
Diferentes tamanhos e espessuras
Os enxertos utilizados têm diversos tamanhos e espessuras. Isso significa que, além de causar o efeito “lombada” devido à variação de espessuras, o pênis também sofre com o efeito “colcha de retalhos”, devido à desuniformidade de tamanhos.
Ambos os problemas podem ser facilmente sentidos com a palpação do local.
Pouca resistência
Assim como os diferentes tamanhos e espessuras, o enxerto peniano também pode apresentar diferentes resistências.
Logo, caso haja a necessidade de uso da prótese peniana, há o risco de deformação e ruptura do enxerto.
Necessidade de adaptação ao defeito
Quando existe uma deformidade assimétrica no pênis é necessário utilizar um enxerto que o cubra.
Como não há a possibilidade de utilizar um enxerto com o tamanho específico da deformidade peniana, é necessário que se faça emendas entre vários enxertos para cobrir determinada área.
Esse efeito “colcha de retalhos” pode se romper nas suturas feitas para emendar os pedaços do enxerto.
Tecido avascular e sem cicatrização
Como se trata de um tecido transferido de um local para o outro, o enxerto é avascular, ou seja, não tem irrigação sanguínea.
A falta de irrigação pode resultar em retração cicatricial, isto é, o tecido pode diminuir de tamanho.
Outro problema que deve ser levado em consideração com a utilização do enxerto é que a falta de circulação sanguínea aumenta as possibilidades de infecção e diminui o poder de cicatrização.
Expansão limitada pelo enxerto
O alongamento peniano também é afetado negativamente pelo uso do enxerto. Isso porque o tecido atua como limitador da expansão, impedindo que o pênis seja alongado ao tamanho máximo possível.
Diante das limitações apresentadas pela cirurgia com enxerto peniano, é importante conhecer alternativas mais modernas e com menor risco de complicações.
Como funciona a cirurgia sem enxerto
A cirurgia sem enxerto peniano é uma técnica de reconstrução, que tem como objetivo restaurar, quando possível, o formato e a proporção peniana.
Esse método consiste em pequenos cortes geometricamente pensados que visam restaurar o tamanho e a largura sem prejudicar os nervos.
Essa técnica busca reduzir complicações associadas aos enxertos penianos e pode diminuir o risco de infecções, por preservar tecidos com irrigação sanguínea.
Com boa circulação sanguínea, o organismo consegue se defender contra infecções, reduzindo o risco de inflamações e infecções.
Leia também: 6 tratamentos para desentortar o pênis com eficácia
Técnica Egydio: como reconstruir o pênis sem enxerto
A reconstrução peniana pela Técnica Egydio tem como objetivo otimizar o alongamento e a espessura peniana dentro dos limites anatômicos e funcionais.
Isso é possível por meio da expansão tecidual, que é o alongamento através dos tecidos do pênis do paciente, sem a utilização de enxertos.
A correção é feita diretamente na túnica albugínea do pênis com múltiplos e pequenos cortes, matematicamente dimensionados e estrategicamente localizados, que podem permitir melhor distribuição e expansão dos tecidos, conforme as necessidades anatômicas do paciente.
Na reconstrução feita pela expansão, as incisões são feitas em tecidos vasculares, ou seja, que contém circulação sanguínea, o que minimiza as possíveis infecções e permite a cicatrização.
Os sentidos das incisões são calculados de acordo com a necessidade de expansão do pênis.
Se a intenção for corrigir o tamanho, são realizadas incisões horizontais que permitem o alcance ao tamanho máximo do pênis, respeitando o limite dos nervos. Caso o calibre seja o problema a ser solucionado, são realizadas incisões verticais que permitem a expansão peniana.
Através da Técnica Egydio também é possível minimizar os riscos de infecção com o uso da Técnica No-Touch.
Desenvolvida com o objetivo de não haver contato entre as mãos do cirurgião e a pele do pênis e escroto, esta técnica também minimiza as possibilidades de infecções e complicações pós-cirúrgicas.
O equilíbrio entre comprimento e calibre peniano é importante para a função e conforto durante a relação sexual.
A reconstrução peniana através da Técnica Egydio visa manter a harmonia entre esses dois fatores, sempre levando em consideração os limites dos nervos penianos.
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O enxerto peniano não é a técnica mais moderna porque afeta o resultado estético e funcional.
Por isso, a reconstrução peniana deve ser conduzida por um profissional experiente, utilizando técnicas atualizadas e reconhecidas pela literatura médica.
O Dr. Paulo Egydio possui 26 anos de experiência na área e pode ajudar você. Preencha o formulário de pré-análise para agendar uma consulta.
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