O que é GH?
O GH é um hormônio que estimula o crescimento ósseo para o aumento da estatura, por isso ele é chamado de hormônio do crescimento. Outras funções do GH são queima de gordura e a manutenção da densidade óssea e da massa muscular. Sua produção ocorre na glândula hipófise, localizada na base do crânio e cerca de ⅔ é à noite na fase de sono profundo. Embora a terapia com hormônio do crescimento seja prescrita para casos de deficiência de GH, muitas pessoas usam indevidamente o hormônio para melhorar o desempenho esportivo. O caso mais famoso é do atleta Ben Johnson que perdeu a medalha de ouro conquistada nas Olimpíadas de Seul (1988) e foi banido do esporte por dois anos.
Qual a relação entre GH e função erétil em homens adultos?
A relação entre o hormônio do crescimento e pênis é que o GH contribui para a produção de hormônios esteroides, como a testosterona. Além de ajudar na produção do principal hormônio masculino, o GH também estimula a produção de óxido nítrico, substância que melhora o fluxo sanguíneo. Como uma das funções da testosterona é regular a função sexual e a circulação de sangue é fundamental para a ereção, ter níveis adequados de GH ajuda no desempenho sexual.Afinal, o GH aumenta o tamanho do pênis?
O GH não aumenta o pênis, aliás, não existem tratamentos para respaldados pela comunidade médica, conforme explica este artigo da Sociedade Brasileira de Urologia.Qual o efeito do GH no corpo masculino?
Os benefícios do GH são vistos na terapia com hormônio do crescimento, procedimento prescrito quando há deficiência comprovada desse hormônio. Veja quais são:- Redução da gordura corporal;
- Aumento da capacidade física;
- Aumento da massa magra.
Quem não deve usar o GH?
O GH não pode ser usado por mulheres grávidas, pessoas com câncer ou tumor intracraniano benigno. Além disso, condições como diabetes e hipotireoidismo não tratado exigem atenção extra antes do início da reposição hormonal. Saiba por que:- Diabetes: o GH pode aumentar os níveis de glicose e agrava a retinopatia diabética, complicação do diabetes que afeta a retina;
- Hipotireoidismo não tratado: o organismo de quem tem hipotireoidismo não produz os hormônios triiodotironina e tiroxina em níveis adequados e é preciso tratar essa condição antes da terapia com hormônio do crescimento para não agravar o hipotireoidismo.
O que aumenta o tamanho do pênis?
Não existem tratamentos seguros para essa finalidade. Esta nota técnica das Câmaras Técnicas de Urologia e Cirurgia Plástica publicada pelo Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina explica que não há dados científicos que garantam a eficácia e segurança de procedimentos de aumento peniano.Existe algum hormônio que aumenta o pênis?
Tratamento com hormônio para aumentar o pênis não tem eficácia após a puberdade. Mas a reposição de testosterona pode ter bons resultados em meninos com micropênis. Esta pesquisa com crianças que receberam testosterona uma vez por mês por três meses aponta que houve aumento peniano após a reposição hormonal.Como aumentar o pênis de forma segura?
O aumento peniano puramente estético, especialmente em espessura, é um tema que ainda carece de embasamento científico sólido. Existem técnicas como o preenchimento com ácido hialurônico ou outras substâncias, mas não recomendamos nem realizamos esses procedimentos com finalidade estética.
Esses métodos não aumentam a estrutura interna do corpo cavernoso. Na prática, o que ocorre é um revestimento externo da haste peniana, semelhante a aplicar uma camada de gesso sobre um pilar de concreto — o volume externo aumenta, mas a estrutura de sustentação permanece a mesma. Isso pode gerar maior resistência à penetração, aumentar o risco de microtraumas e, em longo prazo, favorecer o desenvolvimento de curvaturas penianas e até da Doença de Peyronie.
Quando há indicação clínica bem definida — como nos casos de disfunção erétil ou doença de Peyronie severa —, é possível realizar a reconstrução da túnica albugínea por meio da técnica Egydio. Nesses casos, o procedimento pode proporcionar ganho real de espessura e largura peniana, respeitando os limites anatômicos e funcionais do paciente.


