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O tempo médio do sexo é aproximadamente de 5 minutos a 7 minutos
O tempo ideal do sexo é altamente variável e depende do contexto e de uma série de fatores que podem influenciar a duração, como a idade, fatores psicológicos, o desejo e cultura.
As experiências sexuais são individuais. Isso quer dizer que, se a saúde sexual estiver em dia e a hora H tenha consentimento e satisfação, os homens não precisam se preocupar com quanto tempo dura uma relação sexual.
Embora algumas pesquisas tentem descobrir qual o tempo médio de uma relação sexual, é importante ressaltar que não há uma medida universalmente aceita ou válida para todos os casais. Veja o que a ciência tem a dizer sobre a duração média da relação sexual.
Qual o tempo médio de uma relação sexual?
Os estudos medem a duração do sexo é por meio do conceito de “latência ejaculatória intravaginal” (LEI ou IELT – sigla em inglês). Ou seja, o tempo decorrido desde a penetração vaginal até a ejaculação masculina.
Essa medição não conta as preliminares – que, embora ajudem a aumentar o estímulo erótico, é uma dinâmica muito particular de cada casal e não serve como referência para os estudos científicos.
Não há motivo para se preocupar excessivamente com a questão do tempo: a qualidade da interação sexual é, com certeza, muito mais significativa para um casal do que sua duração.
Qual o tempo médio de uma relação no Brasil?
No Brasil, assim como em outros lugares do mundo, a duração média de uma relação sexual pode variar de acordo com fatores físicos, externos e emocionais.
Porém, não existem estudos específicos que tenham determinado uma média exata da duração do sexo no Brasil.
Existe uma duração ideal da relação sexual?
Uma pesquisa internacional que envolveu 500 casais heterossexuais de 4 países (Espanha, Reino Unidos, Estados Unidos e Holanda) definiu uma média de tempo de 5 minutos e 24 segundos.
Mesmo assim, os resultados reafirmaram a hipótese de que não existe tempo ideal, já que a média variou de 33 segundos a 44 minutos. Por isso, os pesquisadores usaram a mediana, quando não existe uma certeza absoluta sobre a conta matemática. Além disto, a mesma pesquisa deixou claro que o uso de camisinha não interfere no tempo médio do sexo.
Já a International Society for Sexual Medicine considera que uma ejaculação que sempre ou quase sempre ocorre antes ou dentro de 1 minuto após a penetração e a incapacidade de retardar a ejaculação em todas ou quase todas as penetrações pode ser um quadro de ejaculação precoce.
Lembrando mais uma vez: esses dados são apenas referências e não devem ser interpretados como um tempo ideal ou desejável para todos os homens.
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Fatores que podem influenciar a duração do sexo
Existem quatro fatores que podem aumentar ou diminuir o tempo médio de uma relação:
- Aspecto fisiológico: nível de excitação, data da última ejaculação, controle do reflexo ejaculatório e sensibilidade da glande podem influenciar no tempo do sexo;
- Aspecto psicológico: pessoas com ansiedade de desempenho, baixa autoestima e qualidade do relacionamento com o parceiro podem desfavorecer a relação;
- Presença de disfunções: homens com disfunção erétil, Doença de Peyronie, ejaculação precoce e outras disfunções sexuais podem fazer e relação durar muito ou pouco tempo;
- Medicamentos antidepressivos: esse tipo de medicamento pode interferir no tempo ejaculatório, seja reduzindo ou estendendo a duração.
Quando a relação dura pouco
A relação sexual pode ter uma duração encurtada quando o homem ejacula rapidamente ou quando não consegue ter ou manter uma ereção adequada.
Isso pode ocorrer em homens que têm ejaculação precoce, naqueles que ainda não controlam o reflexo ejaculatório e em pacientes que têm enfrentado problemas de saúde mental. Em muitos casos, homens com disfunção erétil sequer conseguem iniciar a penetração.
A ansiedade é outro motivo comum para adiantar a ejaculação.
Quando a relação demora demais é um problema?
A relação sexual pode se prolongar, e em alguns casos, isso é positivo.
Os homens que têm obtido uma boa resposta com medicamentos antidepressivos podem apresentar mais vigor para o sexo comparado ao período em que estavam sem tratamento, aumentando o tempo da relação.
Aqueles que possuem um bom controle ejaculatório também tendem a ter relações sexuais mais duradouras. O autoconhecimento pode ajudar a retardar o orgasmo e a estender o tempo do sexo.
Por outro lado, quando o homem tem alguma deformidade peniana que dificulta a penetração ou se ejaculou pouco tempo antes da relação acontecer, pode ser mais demorado para chegar ao orgasmo.
Além disso, aqueles que dispõem de baixa autoestima ou estão em conflito com o parceiro podem não se erotizar como deveriam, prejudicando o momento e aumentando o tempo necessário para a ejaculação.
E quem tem prótese peniana? A relação dura mais ou menos?
A prótese peniana, diferente da ereção natural, não depende do estímulo cerebral para deixar o pênis rígido. Isso significa que, com o implante, o homem consegue a firmeza necessária para a penetração de forma prática: basta posicionar o pênis, no caso da prótese maleável, ou acionar a bomba de insuflação, no caso da prótese inflável.
Uma das vantagens é que, mesmo após a ejaculação — seja uma ou mais vezes —, não é preciso esperar o tempo de recuperação natural. A prótese mantém o pênis ereto, permitindo continuar a relação, desde que haja consentimento do(a) parceiro(a) e disposição física do homem.
Quando a cirurgia é feita por um especialista que preserva bem as estruturas internas, ainda pode haver entrada de sangue durante a excitação. Isso dá ao pênis mais rigidez, calor e volume, tornando a experiência ainda mais próxima da ereção natural.
Quanto maior a excitação, maior tende a ser o prazer. Assim, se antes da prótese o sexo era muito rápido por causa da dificuldade de ereção, ou muito demorado devido a deformidades, com o implante o casal pode ajustar a duração e encontrar o tempo ideal para os dois.
Sexo não é só penetração: qualidade é mais importante do que a duração
A qualidade da relação é muito mais significativa do que o tempo entre a penetração e a ejaculação.
Um bom desempenho sexual inclui conexão, comunicação aberta e experimentação mútua, além das preliminares, como beijos, carícias, massagens, toques, sexo oral e masturbação. Isso pode levar o tempo que o casal julgar necessário.
Relações longas podem ser desconectadas, e relações mais curtas, muito prazerosas. O importante é o prazer mútuo e a satisfação do casal.
Veja algumas dicas para deixar o cronômetro de lado:
Exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico
Os músculos do assoalho pélvico desempenham um papel crucial no controle da ejaculação. Exercícios regulares, como os exercícios de Kegel, podem fortalecer esses músculos e ajudar a prolongar o sexo. Busque um profissional capacitado para te ajudar.
Prática de técnicas de respiração
Aprender a controlar a respiração pode ajudar a prolongar o sexo. É possível buscar uma fisioterapeuta ou uma terapia especializada no assunto. Antes, confira o vídeo a seguir:
Exploração de outras formas de prazer
O sexo não se resume apenas à penetração. Existem muitas formas de explorar o prazer ao usar a criatividade e perguntar do que o parceiro gosta.
Comunicação aberta com a parceria
A comunicação aberta e honesta é essencial para encontrar o tempo ideal para sexo para o casal em cada relação. Discutam juntos suas necessidades, desejos e preocupações. Isso ajuda a construir confiança e a encontrar maneiras de satisfação mútua.
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O tempo ideal para relação sexual não é o único assunto que importa para a vida sexual do homem. No canal do YouTube do Dr. Paulo Egydio, há mais informações que podem ajudar na hora H, além de alertas para a cuidar da saúde sexual.
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Se você está com dificuldades, se identificou com algum ponto e está preocupado com sua vida sexual, fale com o Dr. Paulo Egydio.
O médico trata casos de disfunção erétil e deformidades penianas há 25 anos, com empatia e discrição. Se você apresenta dificuldades ou preocupações relacionadas à saúde sexual, busque avaliação médica com um especialista de confiança. O Dr. Paulo Egydio é urologista e atende casos relacionados a disfunções sexuais masculinas.
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