Medicamento antidepressivo tem, em sua lista de efeitos colaterais, a capacidade de provocar alterações nas funções sexuais.
Escitalopram e disfunção erétil são dois termos que podem estar relacionados, pois os efeitos colaterais do uso do medicamento podem resultar em problemas de ereção. Os pacientes que fazem o uso desse antidepressivo, muitas vezes não se dão conta de que a medicação necessária pode impactar diretamente na vida sexual.
Por essa razão, é importante que ao perceber quaisquer sintomas, o paciente informe ao seu médico. Ele poderá sugerir a mudança na dosagem, a troca de medicamento ou mesmo o acompanhamento paralelo com um profissional de urologia.
Vamos conhecer um pouco mais sobre esse remédio, a relação entre Escitalopram e disfunção erétil, seus usos e possíveis efeitos colaterais.
Embora seja um medicamento considerado seguro e de boa tolerância, quando usado dentro da dosagem recomendada, alguns pacientes podem experimentar algumas reações adversas. A lista, inclui:
O Escitalopram é considerado um fármaco com boa farmacocinética, ou seja, sua metabolização é rápida. O pico de concentração se dá de 4 a 5 horas após a ingestão e, após, ele é eliminado pela urina.
Ele age ligando-se a uma proteína que transporta a serotonina. Isso faz com que ele iniba a recaptação da substância pelas membranas pré-sinápticas. Como resultado, aumenta a quantidade de serotonina disponível no corpo. Vale lembrar que a serotonina é o hormônio responsável pela regulação do humor.
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O que é e para que serve o Escitalopram?
O Oxalato de Escitalopram é um fármaco utilizado no tratamento de depressão, ansiedade e transtornos relacionados. Ele é classificado como um Inibidor Seletivo da Recaptação de Serotonina (ISRS) e seu uso é controlado, ou seja, requer orientação médica e retenção de receita. Há ainda na literatura médica, relatos do uso do remédio no tratamento disfórico pré-menstrual, ondas de calor e sudorese noturna decorrente da menopausa. Ele age ligando-se a uma proteína que transporta a serotonina, inibindo suas recaptação pelas membranas pré-sinápticas.Quais são os efeitos colaterais mais comuns?
Embora seja um medicamento considerado seguro e de boa tolerância, quando usado dentro da dosagem recomendada, alguns pacientes podem experimentar algumas reações adversas. A lista, inclui:
- Náusea;
- Dor de cabeça;
- Nariz entupido;
- Dores musculares;
- Boca seca;
- Sudorese;
- Insônia;
- Sonolência;
- Aumento ou redução do apetite;
- Aumento de peso;
- Cansaço;
- Fraqueza.
Escitalopram e disfunção erétil
Medicamentos antidepressivos podem causar efeitos colaterais na vida sexual dos pacientes, sejam eles homens ou mulheres. A intensidade dessas reações varia de acordo com a dose e o tipo de medicação, mas podemos citar alguns sintomas mais recorrentes como:- Alterações da libido ou do desejo sexual;
- Disfunção erétil;
- Dificuldades para atingir o orgasmo;
- Problemas para alcançar excitação e satisfação durante a relação sexual.
Mecanismos biológicos envolvidos
O Escitalopram é considerado um fármaco com boa farmacocinética, ou seja, sua metabolização é rápida. O pico de concentração se dá de 4 a 5 horas após a ingestão e, após, ele é eliminado pela urina.
Ele age ligando-se a uma proteína que transporta a serotonina. Isso faz com que ele iniba a recaptação da substância pelas membranas pré-sinápticas. Como resultado, aumenta a quantidade de serotonina disponível no corpo. Vale lembrar que a serotonina é o hormônio responsável pela regulação do humor.