Os implantes penianos representam o tratamento cirúrgico para a disfunção erétil, geralmente indicado em graus severos.Conheça os modelos disponíveis e qual escolher.
Os diferentes tipos de prótese peniana podem representar uma alternativa terapêutica para pacientes com disfunção erétil que não obtiveram resposta adequada aos tratamentos convencionais, sempre após avaliação médica criteriosa.
A disfunção erétil está frequentemente relacionada a alterações no fluxo sanguíneo peniano, podendo também estar associada a fatores neurológicos, hormonais ou estruturais. Em alguns casos, a presença de fibroses penianas, como as observadas na Doença de Peyronie, pode agravar o comprometimento da função erétil.
As próteses penianas são dispositivos implantados cirurgicamente no interior dos corpos cavernosos com o objetivo de oferecer suporte mecânico à rigidez peniana, possibilitando a penetração conforme a indicação clínica. Trata-se de um tratamento indicado apenas em situações específicas, após esgotadas outras opções terapêuticas.
Quando bem indicada, a prótese peniana pode auxiliar na retomada da atividade sexual, respeitando os limites anatômicos, funcionais e emocionais de cada paciente. Os resultados variam de acordo com fatores individuais, como condição clínica prévia, expectativa realista e adaptação ao dispositivo. Em alguns pacientes, essa melhora funcional pode refletir positivamente na percepção de bem-estar e qualidade de vida, sempre de forma individual e sem garantias de resultado.
Atualmente, existem diferentes tipos de próteses penianas que podem ser indicadas em casos específicos de disfunção erétil, especialmente quando outras abordagens terapêuticas não apresentaram resposta adequada. A escolha do modelo depende de uma avaliação médica criteriosa, levando em conta fatores clínicos, anatômicos e individuais de cada paciente.
A prótese peniana articulável apresenta segmentos flexíveis que permitem diferentes ajustes de posição, oferecendo maior mobilidade em comparação à prótese maleável tradicional.
Apesar dessa característica, esse tipo de prótese pode apresentar menor rigidez axial, especialmente nos modelos de menor calibre, o que limita sua indicação em alguns casos. Além disso, a mobilidade excessiva pode estar associada a maior risco de formação de fibrose em determinados perfis de pacientes.
Por essas razões, a prótese articulável não está entre as opções mais frequentemente utilizadas, sendo indicada apenas após avaliação médica individualizada.
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