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Paciente relata necrose e infecções graves após harmonização peniana. Entenda os riscos por trás de um dos procedimentos estéticos íntimos mais populares no Brasil.
Um paciente relatou ter quase perdido o pênis após se submeter a três sessões de preenchimento com a PMMA (polimetilmetacrilato) para aumento peniano. Ele sofreu uma grave infecção que evoluiu para necrose após preenchimento peniano, uma das complicações mais severas associadas à harmonização íntima.
O caso reacendeu o debate sobre os riscos desses procedimentos realizados sem a devida qualificação profissional e sem seguir normas de segurança.
Os procedimentos de aumento peniano não cirúrgico vêm crescendo no Brasil, impulsionados pelo desejo dos homens de melhorar a autoestima masculina e a aparência do pênis. Técnicas como a aplicação de ácido hialurônico no pênis prometem resultados rápidos e menos invasivos, mas escondem riscos da harmonização íntima quando realizados por profissionais não certificados ou em locais inadequados. A popularização da estética genital masculina também tem alimentado as demandas por cirurgias íntimas masculinas.
Diante desse cenário, especialistas e órgãos de saúde têm reforçado a necessidade urgente de uma regulamentação de procedimentos íntimos mais clara e rigorosa no Brasil. Essa regulamentação visa evitar que a pressão estética e a falta de informação coloquem a vida dos pacientes em risco.
Enquanto isso, homens interessados em aumento peniano não cirúrgico e outros procedimentos íntimos devem consultar especialistas qualificados, que avaliam cuidadosamente os benefícios e riscos da harmonização íntima e priorizam a segurança do paciente.
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