Faça a sua Pré-Análise com o Especialista Dr. Paulo Egydio
Estudo revela resistência masculina em buscar ajuda médica, mesmo com sinais de problemas hormonais ou sexuais como a disfunção erétil.
A disfunção erétil afeta cerca de 50% dos brasileiros com mais de 40 anos. No entanto, muitos homens evitam urologista, recorrendo a consultas apenas quando os sintomas se agravam, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), que alerta que esse comportamento pode atrasar o diagnóstico de doenças e prejudicar a saúde do homem.
Um estudo da Qualibest revela que apenas 34% dos homens buscam um urologista quando surgem sintomas relacionados à saúde sexual. Em contraste, 53% das mulheres procuram um ginecologista ao primeiro sinal de alteração. Muitos homens evitam urologista até mesmo ao perceberem sinais de disfunção erétil ou ejaculação precoce, que podem ser indicadores precoces de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC.
Além da disfunção erétil, outras doenças podem ser detectadas em uma consulta com urologista. Exames de rotina permitem identificar desde cálculos renais até hipertensão arterial e diabetes, além de promover a prevenção masculina contra o câncer de próstata, o segundo mais comum entre os homens.
Outro obstáculo para a prevenção é a falta de um médico de referência. Geralmente, os homens não têm um especialista fixo. Eles só buscam ajuda quando ouvem falar de câncer de próstata ou percebem algum sintoma evidente, em vez de iniciar o acompanhamento urológico deve começar na puberdade.
Para mudar esse cenário, especialistas defendem campanhas que incentivem os homens a incluírem o urologista na rotina, especialmente após os 40 anos. Com exames regulares, é possível detectar precocemente condições como varicocele, HPV, alterações hormonais e câncer de próstata.



