Masturbação faz mal? Quando a frequência merece atenção 

A masturbação é uma prática normal e saudável.  O alerta não está na frequência em si, mas no impacto que o hábito pode ter na rotina e na saúde sexual.

1. Quando vira excesso Se a prática começa a interferir no trabalho, nos estudos ou nas relações, pode ser um sinal de comportamento compulsivo. 

2. Efeito na sensibilidade Estimulação muito intensa ou frequente pode reduzir a sensibilidade e dificultar a excitação em relações com parceria.

3. Relação com pornografia O consumo frequente pode alterar expectativas e afetar o desejo ou o desempenho na vida sexual real.

4. Culpa e ansiedade Quando o hábito vem acompanhado de culpa ou sofrimento, é importante avaliar a relação emocional com a sexualidade. 

Não existe um número ideal para todos.  O mais importante é o equilíbrio e a ausência de prejuízos físicos, emocionais ou sociais.

Observar sinais do próprio corpo e comportamento ajuda a manter uma vida sexual saudável e sem excessos.

Confira e cuide-se!   

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