COMO A ESCLEROSE MÚLTIPLA AFETA A FUNÇÃO ERÉTIL?

A disfunção erétil na esclerose múltipla é comum porque a condição danifica a bainha de mielina, substância que recobre e protege os neurônios no sistema nervoso central. 

Três frentes explicam o impacto da esclerose múltipla na vida sexual. 

1. Dano neurológico; 2. Medicamentos usados no tratamento; 3. Questões emocionais.

O dano neurológico bloqueia ou distorce os sinais nervosos envolvidos no enrijecimento peniano, resultando em ereções fracas, involuntárias ou ausentes. 

Os medicamentos usados no tratamento da esclerose múltipla, como os antiespásticos, que reduzem os espasmos musculares comuns na doença, podem relaxar excessivamente o músculo peniano e dificultar a manutenção da ereção.

Os efeitos da esclerose múltipla na função sexual podem ser explicados também pela insegurança, ansiedade, depressão, frustração e raiva. Com isso, o homem se sente inadequado, com vergonha de sintomas como tremores, fadiga intensa, lentidão mental, sintomas urinários, dentre outros. 

A esclerose múltipla traz desafios à sexualidade. Mas com orientação urológica e psicológica é possível encontrar meios para preservar a intimidade e a satisfação. Faça uma pré-análise com o Dr. Paulo e dê o primeiro passo. 

Confira e cuide-se!   

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