Com o tempo, o corpo passa por mudanças hormonais e cardiovasculares — como a queda da testosterona e a piora da circulação — que afetam a qualidade das ereções.
O diabetes afeta diretamente a saúde sexual masculina, pois a alta glicose no sangue pode danificar nervos e vasos ligados à ereção, aumentando as falhas.
Doenças cardiovasculares como aterosclerose, hipertensão e insuficiência cardíaca podem reduzir o fluxo sanguíneo, especialmente para o pênis, dificultando ou até impedindo a ereção.
Diversos medicamentos de uso contínuo podem afetar a ereção. Entre eles estão alguns antidepressivos, remédios para hipertensão e para doenças neurológicas.
Em muitos casos, é possível melhorar a qualidade da ereção com orientações médicas e mudanças no estilo de vida, sempre de forma segura e individualizada.
Alguns hábitos diários, como praticar atividades físicas regularmente, adotar uma alimentação equilibrada, manter o peso saudável e controlar o estresse são medidas fundamentais. Além disso, é essencial abandonar o cigarro e moderar o consumo de álcool.
Se as dificuldades persistirem na maioria das relações sexuais e impactarem a qualidade de vida e os relacionamento do homem, é hora de procurar um urologista. Quanto mais cedo a condição for identificada, maiores são as chances de recuperação.
Confira e cuide-se!
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